Cinco temporadas em cinco meses, DMZ: Recon, Rebirth Island e uma colaboração atrás da outra. O jogo está ótimo — se o seu celular aguentar.
O mercado de jogos de tiro no Brasil em 2026: números, público e o que mudou
103 milhões de jogadores, receita mobile de US$ 1,75 bilhão e uma mudança silenciosa no perfil de quem joga. O que os números dizem sobre o gênero.
Análises
Ver tudoDois battle royale, dois públicos, uma briga de rede social que já dura anos. Comparamos o que dá para comparar e deixamos o resto de lado.
O tático mais popular do celular refez o menu e prometeu Workshop. Testamos o que mudou de verdade — e o que continua igual desde 2020.
Listas
Ver tudoDo tático 5v5 ao battle royale de 100 jogadores, passando pelos shooters leves que rodam em aparelho de entrada. Lista comentada, com os defeitos de cada um.
Dois aparelhos de entrada, 2 e 3 GB de RAM, uma semana de partidas. O que aguenta, o que engasga e o que nem abre.
Sete jogos, do simulador pesado ao BR de dez minutos. Onde ainda tem gente jogando e onde a fila já não enche.
Guias
Ver tudoSensibilidade, HUD, giroscópio, taxa de quadros e ping. O que ajustar, em que ordem, e por que trocar de configuração toda semana atrapalha.
Panorama
Ver tudo103 milhões de jogadores, receita mobile de US$ 1,75 bilhão e uma mudança silenciosa no perfil de quem joga. O que os números dizem sobre o gênero.
Como esta revista funciona
Testamos no aparelho que as pessoas têm
Nossos testes de desempenho rodam em Android de entrada, com 2 e 3 GB de RAM, em Wi-Fi doméstico comum. É a configuração majoritária no Brasil, e é a única que revela travamento real.
Não vendemos avaliação
Nenhum texto é pago, patrocinado ou revisado por estúdio antes da publicação. Se isso mudar algum dia, virá escrito no topo do texto, e não no rodapé.
Escrevemos os defeitos
Toda análise tem uma seção de problemas — inclusive dos jogos de que gostamos. Texto que só elogia não serve para decidir o que instalar.







